Eu esqueci de avisar que eu semi-abandonei este blog, devido a motivos aleatórios. Venho aqui de vez em quando, responder mensagens e matar a saudade, porém não o atualizo mais. Sem ressentimentos e nem grilos de mim! Belezinha?! Vocês me encontram agora no http://www.danibaumg.blogspot.com/ See ya!
Sinopse: Uma grandiosa saga no coração de um dos maiores estados norte-mericanos. ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE conta a história de três gerações de influentes texanos e seus conflitos familiares, amorosos, raciais e as disputas econômicas entre os tradicionais pecuaristas e os novos ricos magnatas do petróleo do Novo Oeste. Com um elenco composto por nomes da grandeza de Elizabeth Taylor, Rock Hudson e Rod Taylor, o filme marca a derradeira atuação de James Dean no cimena - o ator jamais assistiria ao filme concluido, já que faleceu antes de a produção terminar. Indicado a dez prêmios Oscar, vencedor na categoria Melhor Diretor com George Stevens, - ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE, adaptado do romance de Edna Ferber, foi considerado pela revista TIME o mais contundente legado anti-intolerância racial jamais levado às telas, o retrato de uma era.
Tem gente que nasce sob o signo da chuva. Pisca, e vem água. Outros, mascam raios. Há ainda quem é governado pela pele. Arco, esfera ou aço. Os sem sombra de dúvida pela lâmpada. Uns acham, outros procuram. No chão ou nos astros. Tem gente que anda por todos os signos sem ser notado. Todo mundo é escarrado o signo sob o qual é chamado. Seja ele da cor do sangue ou do carbono amassado. Qual é o seu signo? Cinema ou trabalhos forçados? Escolha o seu signo e o desenhe no topo do seu Céu. Ou na parede ao lado.
______________________________________________________________________ Em agosto de 2007, a exposição ‘Qual é o seu signo? (tribal signs)’, foi erguida na parede do Beto Batata, Curitiba, Alto da XV.
"Saibam, pois, que a arte é: um caminho para a liberdade. Todos nós nascemos acorrentados. Um ou outro esquece os seus grilhões, revestindo-os de prata ou de ouro. Mas nós queremos quebrá-los. Não com violência torpe e selvagem; queremos nos desvencilhar crescendo, até que eles não nos caibam mais."
Então... eu vos apresento a Taranttella. Ela e o Lulu Santos estão voltando pra casa. Taranttella nasceu nos confins da Toscana, manequim 38, veste Prada, assim como o Diabo e seu livro de cabeceira é Haroum e o mar de histórias.
Odeia Pollyana e Pollyana moça, aliás, seu objetivo a médio-prazo é escrever um livro de anti-ajuda.
Quando vi a primeira vez esse filme devia ser criança pequena lá em Barbacena, ou uma adolescente estúpida do cefet. òbvio que não entendi nada. Só as cenas de terror explícito of course! ficaram na lembrança. Depois só fui rever no Castelo. Parênteses para o Castelo: ai que saudade do Castelo e da caldeira péla porco da velha nazista q aquecia com crânios de judeus! Ela não gostava da gente e era crente. Crente que nós tínhamos um pacto com o demônio (ahahah). Saudade dos meus dois coisos! dos miojos linha hot do pão de açúcar, da nissei do lado, do panfilha, do escritório da carne enfim... Entonces eu e El Rodrigues vimos de volta mas, fazendo miojo, na tevê, desenhando whatever... não vi direito de novo! Aí ganhei o DVD no dia dos namorados, inacreditável o presente, mesmo! Pessoa linda quem me deu, adóóóro. Aí vi três vezes. A primeira tentei ver lá no sítio, mas minha sobrinha pequenina só falava assim: o menininho morreu tia? Putz! Phoda neh?! Parei de ver, coloquei o Sal da vida, bem light! and recomendável. Na segunda consegui finalmente ver o filme e, véi, caráleo. Tive de ver a terceira ou a quinta, sei lá, sem legendas. Emprestei pra Gilda, pra parar de ver. Um dos melhores filmes já feitos.
Scarface (br: Scarface / pt: A Força do Poder) é um filme dirigido por Brian de Palma que representa o papel de um imigrante cubano que tenta formar um império de tráfico de drogas. O filme foi realizado em 1983, sendo o remake de outro filme de 1932 realizado por Howard Hughes.
Censurado em muitos países, a palavra "fuck" (foda ou porra, em inglês) aparece 182 vezes, Outra curiosidade é que a banda Blink-182 adotou o 182 por causa do filme. Essa marca "Fuck" só seria superada com o lançamento de Goodfellas (Tudo Bons Rapazes em Portugal e Os Bons Companheiros, no Brasil) em 1990, em que aparece 246 vezes a referida palavra.
A fita de Brian de Palma é um remake do filme Scarface - A Vergonha de uma Nação, do diretor Howard Hawks, de 1932. O roteirista Oliver Stone não apenas colocou o enredo nos anos 80, como também transferiu o ambiente da história de Chicago para Miami.
from wikipedia
p.s.: eles esqueceram de falar quantas vezes fuck aparece no Big Lebowski. eu não sei. alguém sabe? O Thiago deve saber.
We find the King (Bruce Campbell) as an elderly resident in an East Texas rest home, who switched identities with an Elvis impersonator years before his "death", then missed his chance to switch back. Elvis teams up with Jack (Ossie Davis), a fellow nursing home resident who thinks that he is actually President John F. Kennedy, and the two valiant old codgers sally forth to battle an evil Egyptian entity who has chosen their long-term care facility as his happy hunting grounds…
"Mind-blowing in its originality, Bubba Ho-tep transcends the "late-night cult" genre by virtue of captivating performances by Campbell and Davis, and the assured direction of Don Coscarelli. Coscarelli handles the bizarre material with such precision that you actually believe that Elvis and JFK are alive and not quite well. He treats the characters, and old age for that matter, with such respect that no matter how absurd things become, you are completely with him. Bubba Ho-tep, with its cinematic flash and terrifically offbeat humor, is a fantastic story of redemption, courage and friendship."
The story follows a music composer and singer named Winslow Leach (played by William Finley). Winslow's pop cantata "Faust" is stolen by Satanicrecord producer, Swan (played by Paul Williams). Winslow tries to get it back, and along the way falls for Phoenix, an aspiring singer (played by Jessica Harper). Swan orders his minions to frame Winslow for drug dealing.
In prison, after his teeth are removed and replaced with metal ones, Winslow goes berserk, escapes and tries to destroy Swan's record factory. His face is mutilated in a record press accident and his vocal chords are damaged. Winslow sneaks into Swan's concert hall and residence, the Paradise, and wears an owl-like mask and black leather costume so he can terrorize Swan's musicians.
Swan confronts Winslow, and offers the composer the chance to have his music produced and the return of his voice, in exchange for signing a contract in blood. Winslow agrees, on the condition that Phoenix is the lead singer.
Swan breaks the deal, seduces Phoenix, and puts a gay male prima donna named Beef (Gerrit Graham) in the lead of Winslow's "Faust". Winslow kills Beef, then learns that Swan made a Pact with the Devil years ago: Swan will live forever, with a youthful appearance, unless the videotaped recording of his contract is destroyed. Winslow's contract with Swan, in turn, says that that Winslow can't die until Swan himself has died. Winslow destroys the recordings and then heads off to the wedding between Phoenix and Swan...
Madeleine Stowe, Andie MacDowelI, Drew Barrymore e Mary Stuart Masterson estrelam esta história do selvagem faroeste na qual quatro garotas estão em fuga. Rotuladas como foras-da-lei, perseguidas por um grupo armado e pelos detetives Pinkerton, as quatro cavalgam juntas para se manter vivas. Mas quando são enganadas por uma gangue de impiedosos renegados, as moças decidem que é hora de parar de fugir, e começar a lutar.
Show me the dirt pile And I will pray That the soul can take Three stowaways You vanish with no guile And I will not pay But the soul can wait The soul can wait
Your hair is still pretty What with all these leaves We'll be fine We'll be fine But if it's still pretty What with all these leaves We'll be fine... Oh And supervised
Show me the dirt pile And I will pray That the soul can take Three stowaways Then you vanish with no guile And I will not pay But the soul can wait
I felt you so much today
I know you try You try straight into my heart You fly straight into my heart Girl I know you try You fly straight into my heart You fly straight into my heart But here comes the fault
So much for make BELIEVE, I'M NOT SO So much of dreams DECEIT we're not prepared to know Your heart makes me feel Your heart makes me BOLD For always and ever I'll never let go Always concealed safe and inside, alive
Show me the dirt pile And I will pray That the soul can take Three stowaways In a passionATE broke I pull the black from the grey But the soul can wait I felt you so much today
You've got a nerve to be asking a favor You've got a nerve to be calling my number I know we've been through this before Can't you hear me, I'm calling out your name? Can't you see me, I'm pounding on your door?
You've got a nerve to be asking a favor You've got a nerve to be calling my number Can't you hear me, I'm bleeding on the wall? Can't you see me, I'm pounding on your door?
Can't you hear me when I'm calling out your name?
When I used to go out, I would know everyone that I saw Now I go out alone if I go out at all
When I used to go out I'd know everyone I saw Now I go out alone if I go out at all
When I used to go out I'd know everyone I saw Now I go out alone if I go out at all
You've got a nerve to be asking a favor You've got a nerve to be calling my number I'm sure we've been through this before Can't you hear me, I'm beating on your wall? Cant you see me, I'm pounding on your door?
>> da série demolition dolls: esse 'fubazinho mimoso' (by Susanne Vegas) é a Dorothy, ela é a princesa bailarina dos saraus do castelo do Conde Duprat. Essa também de Dani Baum, foto: Dea Meissner.
"Conhecer alguém aqui e ali alguém que pensa e sente como nós, e que embora distante, está perto em espírito, eis o que faz da Terra um jardim habitado."
Não existe algo mais agradável do que nos dedicarmos a uma pessoa que seja digna de nós. Para os melhores de nós, o estudo das artes, o interesse por antiguidades, coleções, jardins, são meros substitutos artificiais, álibis. Das profundezas de nossa banheira, como Diógenes, clamamos por um homem. Como último recurso, cultivamos begônias, podamos teixos, porque teixos e begônias deixam-se tratar. Mas deveríamos preferir dedicar nosso tempo a uma planta de crescimento humano, se tivéssemos certeza de que ela merece o nosso trabalho. Esta é a questão. Você deve conhecer-se um pouco: acha que merece o meu trabalho, ou não?
Acredito que é possível mudar e evoluir movido por visão e fé, porém também acredito que na maioria das vezes nós precisamos sim de dor para buscar algo melhor. Alan Watts diz que “ninguém é mais sensível ao prazer sem ser mais sensível a dor”.(...)
Me acompanhe. Consigo identificar três tipos de dor. Uma é a dor física, que dói no corpo, na conta bancária, na agenda. Ela é uma ferida, um estouro no limite de crédito, um atraso na entrega do projeto...
A outra dor dói no coração. É a dor emocional: uma tristeza, uma saudade, um arrependimento, um ressentimento... Pode parece óbvio, mas para sentir essa dor é preciso que a pessoa esteja sensível ao outro e ao sentimento. Às vezes, temos tanto medo dessa dor que, para nos protejermos, criamos uma defesa que até nos impede de ver o outro. É o endurecimento ou o encolhimento do coração. É uma dor mais difícil de administrar porque a gente tem recursos para disfarçá-la, o que é uma pena porque é a dor que mais nos ensina a encontrar a felicidade pois apura nossa sensibilidade emocional e nos prepara para a terceira dor.
É a dor de consciência (...) começa a doer na cabeça, passa pelo coração, atinge a alma e nos leva a ação, porque é resultado da percepção da nossa importância para o outro, não importa quem seja o outro. É quando a tristeza, a fome, a doença, a dor dos outros nos incomoda. (...) dor poderosa (...) pode nos levar à rebeldia mais violenta ou à compaixão mais amorosa. (...)
Eu não sei falar muito sobre essa dor, mas posso dizer que as pessoas mais interessantes que conheci eram movidas pela consciência. Pode ser um jardineiro, um empresário, um operário ou um artista. (...) Elas se colocam como um instrumento de transformação porque há uma entrega ou talvez uma coincidência entre seu propósito pessoal e o propósito da humanidade.